/2º trimestre 2017

QUE GRANDE REVIRAVOLTA!!

 

Nos últimos anos, tudo mudou na liderança das instituições financeiras. Não foi quase tudo. Foi mesmo tudo.

Mudaram lideranças e, em alguns casos, despareceram mesmo os próprios bancos.

 

Num país débil, apesar de rico em muitas coisas, entre elas os seus valores, costumes, talento e sofrimento, as mudanças de liderança acarretam sempre instabilidade. Quer seja porque essas mudanças são a consequência de fraquezas quer seja porque mudanças de pessoas trazem sempre mudanças de gestão, tudo fica muito agreste.

 

Ao mudar tudo no lado dos fornecedores do dinheiro, muita coisa muda na relação com as empresas. Mudou muito!

 

Mudou tanto na relação comercial com as empresas que as que estavam mal tenderam a ficar pior. “Evoluíram para baixo”.

Mudou tanto na relação com as empresas que as que vinham a evoluir pararam.

“Desevoluiram”.

 

Enfim, uma turbulência que, a médio prazo pode ser benéfica mas, no imediato, tem tornado a gestão das empresas num autêntico calvário.

A Mistura Singular tem presenciado isso nos últimos 5 anos e sentimos na pele o que é lidar com estas adversidades. As adversidades da mudança, útil mas severa, em pleno período “troika inside”!

E para se ficar com uma ideia generalizada das mudanças, aqui ficam os principais registos:

 

2012

Mudança de Liderança no BCP, Santander e Banif

 

2013

Mudança de Liderança no Crédito Agrícola

 

2014

Resolução do BES

Mudança de Liderança no Novo Banco

Constituição do IFD

 

2015

Mudança de Liderança no Montepio

Mudança de Liderança no Popular

Mudança de Liderança no IFD

Fim do Barclays, início de Bankinter

Início de Banco CTT

 

2016

Mudança de Liderança na CGD

Resolução do Banif

Mudança de Liderança no Novo Banco

Mudança de Liderança no BIC

 

2017

Mudança de Liderança na CGD

Mudança de Liderança no BPI

Fim do Popular

 

Felicidades Portugal!!

José Miguel Marques Mendes
CEO

 

UM COMPROMISSO DE GESTÃO

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